Um homem sem mácula de pecado
Amado por todos e tudo
Fora assim desde o útero
Sua mãe lhe deixara o recado
“ Por cada lágrima vertida há sempre um anjo que jaz”
E de repente, transformou-se num anjo
As asas rasgaram-lhe a pele
Os homens cortaram-lhe as asas
Em carne viva ficou o arcanjo
“ Por cada anjo que morre outro se levantará”
E de repente, transformou-se em escaravelho
Num ser peçonhento a que deitavam comida
(Kafka)
Fazia parte de uma história esquecida
Pintada a tons de ogre e vermelho
“ Por cada vida perdida outra renascerá”
E de repente, interrogava-se do porquê
Porque perecia de vida e d`alma?
Porque permanecia agora pó?
Respondeu-lhe logo o Senhor:
“Será que o senhor não vê, que o Homem não renasce quando vive uma vida Só”
Amado por todos e tudo
Fora assim desde o útero
Sua mãe lhe deixara o recado
“ Por cada lágrima vertida há sempre um anjo que jaz”
E de repente, transformou-se num anjo
As asas rasgaram-lhe a pele
Os homens cortaram-lhe as asas
Em carne viva ficou o arcanjo
“ Por cada anjo que morre outro se levantará”
E de repente, transformou-se em escaravelho
Num ser peçonhento a que deitavam comida
(Kafka)
Fazia parte de uma história esquecida
Pintada a tons de ogre e vermelho
“ Por cada vida perdida outra renascerá”
E de repente, interrogava-se do porquê
Porque perecia de vida e d`alma?
Porque permanecia agora pó?
Respondeu-lhe logo o Senhor:
“Será que o senhor não vê, que o Homem não renasce quando vive uma vida Só”
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