sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Utopia do Amor

À deriva na cidade
Por entre as luzes do progresso
Procuro a liberdade
De um caminho sem regresso.

Tudo dorme acordado
Inerte aos abanões
Nascer, viver e morrer
Num mundo de ilusões.

O cheiro pérfido no ar
E a fugaz sensação de pudor.
Tudo se perde somente
Na passagem de um corredor.

Há portas de par em par, num infindável mundo de cores,
Difícil, é encontrar rumo
Nesta pequena casinha de horrores

Mas, depois, sorris …
Toda uma imagem se apresenta.
É o coração que me tenta.
É a utopia de ser feliz.

Sem comentários: