O cheiro do álcool enche o compartimento,
Misturou-se no ar com os meus pensamentos
A química instalou-se fatalmente,
Neste prematuro cadáver, antes doente.
Ainda me lembro do livro que li, quando pereci.
O mesmo de quando te vi.
A vontade que se assumia era de escrever,
Inspirado pela força da tua presença,
dos teus olhos amendoados,
dos teus lábios molhados.
A luxúria invadiu-me,
Saboreei a tua boca,
Unimos-nos por entre as velas.
Nos contornos do teu corpo apaziguei o meu.
Apaguei o turbilhão em mim latente.
Para logo acender outro diferente.
És o retorno ao leite materno.
Mas decoraste-o de sensualidade
Assim me sinto vivo.
Se calhar isto é viver.
Se calhar isto é amar.
Dentro de ti, sinto-me vivo,
Como minha mãe, me sentiu vivo, no seu ventre
Preservar esta existência.
No meio de tanta carência.
E, guardei o livro.
E, guardei o teu retrato.
E, num estado de alcoolemia, deixei-me morrer
Misturou-se no ar com os meus pensamentos
A química instalou-se fatalmente,
Neste prematuro cadáver, antes doente.
Ainda me lembro do livro que li, quando pereci.
O mesmo de quando te vi.
A vontade que se assumia era de escrever,
Inspirado pela força da tua presença,
dos teus olhos amendoados,
dos teus lábios molhados.
A luxúria invadiu-me,
Saboreei a tua boca,
Unimos-nos por entre as velas.
Nos contornos do teu corpo apaziguei o meu.
Apaguei o turbilhão em mim latente.
Para logo acender outro diferente.
És o retorno ao leite materno.
Mas decoraste-o de sensualidade
Assim me sinto vivo.
Se calhar isto é viver.
Se calhar isto é amar.
Dentro de ti, sinto-me vivo,
Como minha mãe, me sentiu vivo, no seu ventre
Preservar esta existência.
No meio de tanta carência.
E, guardei o livro.
E, guardei o teu retrato.
E, num estado de alcoolemia, deixei-me morrer
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