Ver cair as folhas dos ramos
sentir que caem sobre ti
castanho outonal que se sacia do teu brilho
Ver-te passar assim de repente
sentir arder por dentro
Volúpia, pura volúpia
Ver que o amor me foge
Sentir que o desejo me atraiçoa a alma
Que negra de doença fica
Sinto o cenário estático
Só corre a tua imagem
Apenas caí a folhagem
Sinto a letargia do abandono
Sinto que foges ligeira
Colina acima, numa ansiedade
Sinto a perda do que nunca tive
Como se de ficção se tratasse
O sentimento do prosador pela lente do realizador
Sinto a paixão arrancar-me do universo da sanidade
Fustiga-me a loucura, que perdura sem ternura
Nesta carcaça enferma
Ver que não me vês
Sentir que não me sentes
Por isso sou doente
sentir que caem sobre ti
castanho outonal que se sacia do teu brilho
Ver-te passar assim de repente
sentir arder por dentro
Volúpia, pura volúpia
Ver que o amor me foge
Sentir que o desejo me atraiçoa a alma
Que negra de doença fica
Sinto o cenário estático
Só corre a tua imagem
Apenas caí a folhagem
Sinto a letargia do abandono
Sinto que foges ligeira
Colina acima, numa ansiedade
Sinto a perda do que nunca tive
Como se de ficção se tratasse
O sentimento do prosador pela lente do realizador
Sinto a paixão arrancar-me do universo da sanidade
Fustiga-me a loucura, que perdura sem ternura
Nesta carcaça enferma
Ver que não me vês
Sentir que não me sentes
Por isso sou doente
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